Início arrow Artigos arrow Exportação de mel no Estado visa mercado europeu
08-Fev-2012
 
 
Menu Principal
Início
Imóveis
Oportunidades
Contate-nos
Pesquisa Rapida
Apartamentos / Flats
Casas / Moradias
Hotéis / Pousadas
Rural / Fazendas
Loteamentos
Comercial
Terrenos
Aluguel / Temporada
Lançamentos
Em Natal
Litoral Norte
Litoral Sul
100% Vendido
Todos
Notícias
Notícias
Artigos
Glossário Imobiliário
Info
Mapas
Praias
Mega Projetos
Bairros de Natal
Recursos
Crédito Imobiliário
Calcular Área (m2)
Procurar
Cadastrar Imóvel
Indicadores Econômicos
Currency Converter
Converter 

em

  

Quero Vender o meu Imóvel
 
Quero Alugar o meu Imóvel
 
Lançamento Royal Palms


Exportação de mel no Estado visa mercado europeu

A produção de mel no Rio Grande do Norte está apta a ganhar o mercado europeu após crescer 1000% em dez anos. Os investimentos do Governo do Estado previstos para este ano prometem fomentar a pauta de exportação do produto, cujo único importador hoje é os Estados Unidos. Mais do que o crescimento registrado, sobretudo nos últimos quatro anos, o Estado registrou recorde nos dois primeiros meses deste ano.

Em janeiro, o Estado ficou em quarto lugar no ranking nacional de exportadores e mandou para os Estados Unidos 171 toneladas do produto. O rendimento registrado de US$ 367 mil representou mais do que o dobro do arrecadado no mesmo período de 2008, quando o Estado exportou 76 toneladas e angariou US$ 116 mil. No segundo mês do ano foram 150 toneladas de mel exportadas, rendendo um montante de US$ 310 mil e o 7º lugar no Brasil, contra 19 toneladas comercializadas em fevereiro do ano passado.

A crise financeira mundial pouco tem afetado o setor de apicultura no Rio Grande do Norte, responsável hoje por 20 mil empregos diretos no Estado. O setor segue uma curva ascendente desde 2002, quando produziu 200 toneladas de mel e hoje prevê fechar o ano com a produção de 2.000 toneladas de mel, 11% a mais do que o alcançado em 2008. O crescimento é explicado pelo investimento maciço e direcionado do Governo do Estado ao longo dos últimos anos na produção do mel em comunidades rurais, através de projetos e programas sociais de inserção do homem no campo.

Um exemplo claro deste investimento é o Programa Desenvolvimento Solidário. Através desse programa 3.268 famílias rurais foram beneficiadas com recursos para implantação de projetos de apicultura, entre 2004 e 2007. O investimento de R$ 3,9 milhões pelo Governo do Estado possibilitou a mudança das famílias que antes trabalhavam com agricultura de subsistência, para uma atividade mais rentável no campo – uma forma de investimento econômico para desenvolver a cadeia produtiva do mel no Estado e também social.

A participação oferecida pelo Governo do Estado para a sustentabilidade da cadeia produtiva e crescimento do mel na produção potiguar vem de antes, através da concessão de incentivos fiscais, capacitação, assistência técnica e instalação de novos apiários para os pequenos produtores. Desde 2003, conforme decreto nº 16.777/03, os apicultores recebem isenção fiscal do Estado. Desde então a cadeia é isenta de ICMS nas operações internas e, na comercialização externa, 7%, ao invés de 12%.

Ainda na gestão Wilma de Faria, entrou em funcionamento em Mossoró o Entreposto de Mel Brasil, com capacidade para beneficiar 2.000 toneladas ao mês e responsável pela geração de novas possibilidades de renda para quem explora a atividade. Em 2007, o Rio Grande do Norte ganhou também a maior fábrica de beneficiamento de mel da América Latina, com capacidade de processar 40 mil kg por dia – uma obra de R$ 15 milhões, inaugurada em janeiro do ano passado.

A governadora inaugurou ainda em 2007, também em Mossoró, o Centro de Tecnologia de Apicultura e Meliponicultura do Rio Grande do Norte (Cetec). A unidade de estudos e desenvolvimento da cultura apícola oferece aos produtores suporte técnico para elevar a produção e a qualidade do mel e seus derivados. Para instalar o complexo na fazenda experimental Alagoinha, da Ufersa, o Governo do Estado investiu, junto com o governo federal e Sebrae, cerca de R$ 1 milhão.